
Tabuleiro
3º ao 9º anoDado, casas-surpresa e uma pergunta do assunto do dia a cada parada. Dá para jogar contra o Bit ou o Zed.
Mascotes que fazem a pergunta certa em vez de entregar a resposta, revisam para a prova com o material da escola, guardam o que foi estudado num caderno e mantêm a agenda da casa em dia. Tudo num lugar só — e a criança no volante.

Você conhece esse roteiro de cor. A Turma da IA nasceu para dividir esse peso com você — sem tirar a criança do volante.
Mãe, não entendi essa matéria.
A Luma explica com pizza, desenho ou história, uma pergunta por vez — até fazer sentido. Você só assiste.
Pai, faz essa conta pra mim?
O Zed não faz. Ele resolve uma gêmea junto e devolve o lápis. A resposta que vai para a escola é dela.
Amanhã tem prova.
A revisão nasce da foto do caderno dela: abas por assunto, “não confunda” e quiz com explicação na hora.
Esqueci que tinha que levar caixa de sapato!
O Fique de olho avisa a criança na tela dela. O calendário avisa você por e-mail. Ninguém volta para casa.
Foto do caderno, da apostila ou da prova antiga — ou só conta a dúvida por voz. O mascote passa a enxergar exatamente o que a escola pediu.
Uma pergunta de cada vez, com exemplos do mundo real. A criança escolhe o ritmo: “Vou direto” ou “Tenho tempo”. Ninguém faz o dever por ela.
Quiz, cartas-desafio, mapa mental, tabuleiro — tudo montado do que ela estudou naquele dia, não de um tema aleatório.
Todas as telas abaixo são a plataforma de verdade — do jeito que a sua família vai usar.
Cada dupla de mascotes explica com exemplos do mundo real, uma pergunta por vez, por texto ou por voz. A criança manda a foto do material, escolhe o ritmo e pede “me explica de novo” quantas vezes quiser — sem ninguém suspirar.
Ela aprende a explicar, não a copiar.

Nada de “foi a IA que fez”. Na questão que a criança vai entregar, o mascote resolve um exemplo gêmeo, passo a passo, e devolve o lápis. A resposta que chega na escola é dela — e o raciocínio também.
A nota é dela. A confiança, também.

A revisão é montada do material da criança: abas por assunto, baús que abrem, linha do tempo, “não confunda” e quiz com explicação na hora. Vem até com um aviso sincero do que não estava no caderno dela.
Ela chega na prova sabendo por onde começar.



Cada jogo puxa o assunto que a criança acabou de estudar — nada de tema aleatório nem “sempre as mesmas perguntas”. E cada etapa tem um jogo de chegada só dela, para a passagem de ano ter cara de conquista.

Dado, casas-surpresa e uma pergunta do assunto do dia a cada parada. Dá para jogar contra o Bit ou o Zed.

Um mistério com elenco e pistas — e cada pista só aparece quando a criança acerta a pergunta.

Missões, coragem, mochila e um chefe no fim da rodada. A chegada de quem virou fundamental 2.

A Manu mostra a listinha e a criança enche a cesta. Contar, comparar e conferir — com dois verbos e nada mais.

A palavra aparece no livro; a criança escolhe a figura certa. Leitura virando brincadeira.

O cartão pisca, a palavra some, a criança solta a palavra inteira. Três estrelinhas domam a palavra.
Com um toque, a conversa vira um resumo estruturado e vai para o caderno da matéria certa — nas palavras da criança, erro de ortografia incluso, porque é dela. A família pode ler. Ninguém reescreve.
O que ela estudou fica guardado, e ela consegue mostrar.

Você escreve como fala — “o Theo tem prova de matemática quarta e a Alice leva 15 reais quinta” — e a agenda se preenche sozinha, com confirmação por escrito. Dia, semana ou mês, para todas as crianças da casa. Foto do recado também vale.
Você para de ser a agenda ambulante da família.

O quadro na tela da criança mostra só o extraordinário da semana — prova, excursão, caixa de sapato — em ordem de urgência. O de hoje e o de amanhã ganham destaque. Rotina não entra: aula de terça não é alerta.
Ela aprende a olhar a própria semana. Você para de repetir.


Depois de cada sessão: quanto tempo de estudo de verdade, quais assuntos, onde foi bem, onde travou e a deixa para a próxima vez. Só o que o estudo produziu — a conversa da criança com o mascote continua privada.
Você sabe onde ajudar sem precisar interrogar.

Em cada dupla, um conduz o modo direto e o outro o modo completo — e a criança escolhe. A criança cresce, a Turma cresce junto.
1º e 2º ano
Frases curtas, leitura em voz alta e o adulto no colo por construção: o chat só abre depois que alguém confirma que está junto. Aventuras próprias: Mercadinho, Palavra Mágica e Leitura Relâmpago.
3º ao 5º ano
Exploradores: tabuleiro, caça-palavras, O Caso e um diário de bordo assinado. Explicações com pizza, foguete e bicho — e nunca com a resposta pronta.
6º ao 9º ano
Sem elogio decorativo, sem sermão. Revisão para prova feita do material, RPG com chefe de rodada e um portfólio de estudo com as palavras do próprio aluno.

Uma pergunta por vez, e a explicação com o porquê quando a criança não chega lá. Em tarefa para entregar, o exemplo é sempre análogo. Nenhum limite é negociável na conversa.
Primeiro nome, ano escolar e o que serve ao estudo. Sem sobrenome, endereço ou telefone — se a criança oferecer, o mascote não repete nem guarda. Fotos sobem sem os dados de localização.
A criança não é público de propaganda e a conversa dela não é produto. Você pode exportar tudo o que a família tem na plataforma — e apagar.
Tempo de estudo, assuntos, evolução e a memória do tutor, editável. Relatórios pedem a senha do responsável. Confidência da criança nunca entra em resumo nenhum.
Todas as crianças da casa, todas as matérias, todos os mascotes — do 1º ao 9º ano. A assinatura é da família, não por criança.
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